Editada pela Irmãos Vitale em 1977, com autoria creditada somente a Pixinguinha, esta música aparece com dois títulos (“Diabólica” e “Os três companheiros”) em manuscritos encontrados em diferentes acervos. Com o nome de “Diabólica” existem dois manuscritos no Acervo Pixinguinha/IMS, um deles do copista que se identifica como EPE e outro feito por um certo “A. Martins” datado de 1950. Estes dois manuscritos apresentam Pixinguinha como autor. Com o título “Os três companheiros” existem dois manuscritos no Acervo Jacob do Bandolim no MIS. O primeiro deles, do copista identificado como “Cirino”, traz autoria de Pixinguinha, Donga e João da Bahiana. O segundo, copiado por Jacob do Bandolim, traz a seguinte observação deste: “Copiado de Figueiredo e Candinho. Candinho refere ser de Pixinguinha, João Pernambuco e Donga ou que a eles diz respeito o título do choro?". A cópia de Candinho não foi encontrada, mas a dúvida expressa por Jacob – ou seja, se a música é de Pixinguinha, Donga, e João da Bahiana ou se é só de Pixinguinha, sendo o título uma referência aos três – permanece até os dias de hoje. Finalmente, para completar a confusão, existem dois manuscritos com o título “Os três companheiros” em cópia do flautista Bide, que correspondem na verdade à música “Sabiá”, de Pixinguinha.