Editado em 1922 pela Lorette – La Parisienne Édition Musicale, com o subtítulo de “samba dance brésilienne”, foi um dos maiores sucessos da temporada dos Oito Batutas em Paris, conforme enfatiza a própria partitura francesa. Composta por Pixinguinha e com letra em francês de Duque (a partitura ainda cita um certo G. Smet, provavelmente o autor do arranjo para piano), seria reeditada em 1976 pela RCA Musical Leme, com letra de Daniel Santos. O pesquisador Sérgio Cabral, em sua biografia de Pixinguinha (Pixinguinha, vida e obra, Lumiar Editora, 1997), afirma ainda que a música de “Os Batutas” teria sido plagiada por J. Thomaz no samba “Sarambá”, lançado pela Orquestra Brunswick em dezembro de 1929 (disco Brusnwick 10000). A comparação entre a edição francesa e a gravação de Sarambá revela, entretanto, pouquíssimas semelhanças entre as duas músicas.