Valsa gravada pela primeira vez no LP Pixinguinha de novo (Marcus Pereira, 1975) por Altamiro Carrilho e Carlos Poyares. Editada pela Mangueira Editora Musical em 1977. No Acervo Pixinguinha/IMS há um manuscrito de Pixinguinha para esta valsa, sem indicação de autor. A comparação do manuscrito de Pixinguinha com a partitura editada revela diferenças bastante significativas: na primeira parte da música, falta no manuscrito a conclusão do segundo motivo. Já na segunda parte, a partir do décimo terceiro compasso, há uma indicação de doze compassos de pausa no manuscrito, que nos faz supor que o original de Pixinguinha era na verdade parte de um arranjo, e não uma composição autônoma. Também o final da segunda parte da versão editada apresenta melodia completamente diferente em relação ao original. Finalmente, no original a segunda parte é designada como “Trio” (indicação usada normalmente para designar a terceira parte), informação que também foi omitida na versão editada.