Editada provavelmente na década de 1960 pela EMBI e republicada no livro Pixinguinha – Inéditas e Redescobertas (IMS/IOESP, 2012). Desta polca existem diversos manuscritos feitos por chorões da velha-guarda, tais como Quintiliano Pinto (datado de 1918), Candinho Silva, Arnaldo Corrêa e Jacob do Bandolim. Inédita em gravação.