Gravada por Altamiro Carrilho e Carlos Poyares no LP “Pixinguinha de Novo” (Marcus Pereira, 1975). Erroneamente atribuída a Pixinguinha, esta polca é na verdade de autoria de Júlio Bahianinho, conforme comprova manuscrito encontrado no Acervo Jacob do Bandolim/MIS-RJ (PMH 108), em cópia de Guilherme Cantalice datada de 1878.