Samba instrumental de Pixinguinha gravado pela Orquestra Brunswick (disco Brunswick 10.011-A), lançado em janeiro de 1930. A Revista Phono-Arte de 15 de janeiro do mesmo ano não poupou elogios ao samba, classificando-o como “essencialmente brasileiro” e “um dos melhores da atualidade”. Segundo o pesquisador José Silas Xavier, é muito provável que o arranjo do samba seja do próprio Pixinguinha, já que o maestro da Orquestra Brunswick, J. Thomaz, não conhecia a notação musical. Samba aparentemente jamais editado em partitura.