Segundo o pesquisador José Silas Xavier, este choro já existia em 1919, editado pela Casa Vieira Machado. No Acervo Pixinguinha/IMS existem dois manuscritos por Arnaldo Corrêa (um deles erroneamente atribuído a Alfredo Vianna Neto, em caligrafia diferente da usada na notação musical) e no Acervo Jacob do Bandolim (MIS-RJ), existe um outro manuscrito do próprio Jacob. Música até o momento não gravada.