Citada como “inédita” no livro Filho de Ogum Bexiguento de Marília Barbosa e Arthur de Oliveira (Rio de Janeiro: Funarte, 1979), esta valsa não é de autoria de Pixinguinha. A partitura encontrada em seu acervo no IMS não traz indicação de título ou autoria, e foi indevidamente creditada a Pixinguinha por terceiros. Trata-se na verdade da valsa intitulada “Carlota”, sem indicação de autoria, encontrada no Acervo Jupiaçara Xavier (caderno 8 p. 99 e caderno 10 p. 21) no MIS-RJ.