No Acervo Pixinguinha/IMS existem dois arranjos de Pixinguinha para esta música, ambos datados de 06/04/1951, mas para formações instrumentais diferentes. O primeiro foi gravado no disco Assim é que é – Pixinguinha e sua banda (disco Sinter 1713) e publicado no livro O Carnaval de Pixinguinha (IMS/SESC/IOESP, 2014). O segundo foi escrito para a formação da Orquestra do Pessoal da Velha Guarda e publicado no livro Pixinguinha – Outras Pautas (IMS/SESC/IOESP, 2014). Trata-se de mais um choro de Pixinguinha escrito diretamente para formação orquestral, sendo difícil sua redução para conjunto regional.