Choro de Pixinguinha publicado pela primeira vez em formato de melodia e cifra no livro Pixinguinha – Inéditas e Redescobertas (IMS/IOESP, 2012). Existe um arranjo orquestral desta música do próprio Pixinguinha, datado de 1938 – executado no programa O Pessoal da Velha Guarda na Rádio Tupi – além de manuscritos de Arnaldo Corrêa (com o nome de “Caprichosa”) e Jacob do Bandolim. O arranjo orquestral de Pixinguinha foi editado no livro Pixinguinha – Outras Pautas (IMS/SESC/IOESP, 2014). Segundo o pesquisador José Silas Xavier existe também um arranjo de Brasílio Itiberê para esta música na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.