Choro de Pixinguinha aparentemente perdido. Segundo o pesquisador José Silas Xavier, este choro constava em uma listagem de obras de Pixinguinha feita por Jacob do Bandolim presente em seu Acervo no MIS-RJ. Não foram achadas partituras ou quaisquer outros registros desta música. Há um outro choro de Pixinguinha denominado apenas “Virgínia” (vide verbete), cuja partitura encontra-se no Acervo Jacob do Bandolim/MIS-RJ, que pode ou não ser a mesma música. Segundo Sérgio Cabral em sua biografia de Pixinguinha (Rio de Janeiro: Lumiar Editora, 1997), “Virgínia” era o nome de uma cachaça.