Segundo o manuscrito de Jacob do Bandolim encontrado em seu acervo no MIS-RJ, este choro teria sido composto por Pixinguinha “de improviso, em razão de um caso amoroso sofrido por seu amigo Azevedo, na presença deste, de Léo Vianna e de Índio, que fez uma letra”. É possível que o “Azevedo” citado fosse Adalberto Azevedo, o “Betinho do Bandolim”, grande amigo de Pixinguinha. A letra de Índio (alcunha de Cândido das Neves) se perdeu. Música editada na década de 1950 pela Indus.